sábado, setembro 11, 2010

Solidão? Que nada...

"Detesto quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia."
Friedrich Nietzsche


E, talvez,
apenas talvez,
é que eu continue aqui...
Escrevendo cartas de amor,
para ninguém.



sábado, julho 31, 2010

Relicário



Eu costumo usar um relicário de prata, em formato de coração, mas sem nenhuma foto dentro, e às vezes me pergunto o que isso pode dizer sobre mim.
Quando alguém me pergunta porque está sem foto, eu costumo brincar 'é porque meu coração está vazio', será isso mesmo?
Sabe, provavelmente é nessa brincadeira boba que estou sendo o mais sincera que posso, e no fundo, amo meu relicário vazio...

"E, o peso dos olhares vazios tinha o cheiro sufocante da solidão..."

sábado, julho 03, 2010

O amor é o ridículo...


"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."

Acho que esses dias cinzas sempre existirão; é tudo meio frio, meio vazio, meio sem brilho, é tudo meio, apenas metade, e ninguém quer apenas metade, nós queremos sempre o tudo, o inteiro.
Hoje eu posso te dar um pouco do meu amor, da minha dor, da minha alegria, do meu desespero, mas nada por completo, hoje, e talvez apenas hoje, não posso te dar mais do que metade de mim, metade de Larissa.
E talvez isso seja uma meia mentira, uma meia mentira meio mal contada, ou completamente mal contada.
Talvez hoje eu tenha dado mais do que metade de mim, talvez hoje eu tenha dado nada de mim, francamente, nem eu sei bem...
Eu só sei que sempre me pego repetindo mentalmente, "o amor é o rídiculo da vida...".
Ai ai, o amor, tão doce, tóxico e ridículo.
Sabe, algumas pessoas acreditam que quando se ama de verdade, se ama para sempre...
Mas quais são os critérios para dizer se um amor é de verdade ou de mentira?
É por isso que eu sempre digo que as pessoas gostam de complicar tudo.
EU gosto de complicar tudo.
E o amor, continua sendo o ridículo da vida...

quinta-feira, maio 27, 2010

pau-la

É, essa foto foi tirada em 2006, em Maio, alguns dias depois do meu aniversário, e alguns dias antes do seu...
Provavelmente isso significa que estamos ficando velhas, mas ainda temos a mesma "leveza" que podemos ver nessa foto, a mesma falta de escrúpulos em dosar palavras no que se refere a nós mesmas e a mesma sinceridade, que chega a ser vulgar.
Eu não tenho receio em ser EU mesma pra você, eu não preciso me conter, eu não preciso fingir, e não preciso esconder nada.
Eu tenho uma Paula, eu tenho uma Paula como amiga, eu tenho uma Paula na minha vida, e isso já basta para me fazer um pouquinho mais feliz, para me tornar um pouquinho melhor.
Para quem mais eu poderia ligar enquanto desço as escadas do aeroporto com vontade de chorar e gritar? Ou com quem mais eu poderia falar coisas sem sentido nenhum de madrugada?
Eu aprecio o que eu tenho hoje, e desejo poder ter isso por mais tempo, desejo poder te falar feliz aniversário a cada ano que vier...
Feliz Aniversário, Paula.
Parabéns.
E obrigada por ser parte da minha vida... =)

Ps.: Ich liebe dich.


domingo, maio 23, 2010

into the wild



Sem sombra de dúvidas, o meu filme preferido de todos é "Into the Wild", ou brasileiramente falando "Na natureza selvagem", tanto é, que superou a minha natureza (extremamente) narcisista e as imagens do filme tomaram o lugar das minhas caras e bocas na imagem do blog...
Anyway, é uma homenagem completamente merecida, afinal, acho que nunca consegui assistir um filme tantas vezes como fiz com este.
Eu detesto fazer resenhas, mas não custa tentar, certo?
O filme conta a história de um jovem (idealista, podemos dizer?) que decide largar tudo (faculdade, dinheiro, família) para realizar o sonho de ir sozinho para o Alasca e viver nas condições mais limitadas, ou seja, da natureza mesmo.
A fotografia é absurdamente encantadora, a trilha sonora é indescritível e o adorável ator Emile Hirsch interpreta tão bem, que se você fosse perturbado e não soubesse que aquilo é um filme, já no início ele te convenceria que realmente é o (meu) querido Chris...
A história é linda com um quêzinho trágico, mas faz você se apaixonar por cada detalhe de cada cena, faz você querer mais e mais, provavelmente faz você sentir todas as emoções humanas ao mesmo tempo.
Enfim, provavelmente vai continuar sendo meu filme preferido por bastante tempo, e eu sou egoísta e NÃO gosto de compartilhar, mas eu gosto tanto desse filme, acho tão bom que sou capaz de abrir exceções, tanto que eu já comprei o dvd e dei de presente para uma pessoa, e tentei convencer uma outra a procurar em alguma locadora para ver, e agora estou postando aqui, tá bom que ninguém entra nesse blog, mas ele tá aberto pra qualquer pessoa ver, mas acho que todos merecem uma chance, não?
Ah, quer saber? Cansei de escrever.
Mas ta aí a dica, vale a pena!
hahaha


terça-feira, maio 18, 2010

happy unbirthday




'cause every day is only in our lives...


quarta-feira, maio 05, 2010

Frustração...


Eu estou consideravelmente frustrada.
Frustrada com o quê, cara L.?
Er, dizer 'com tudo' é uma resposta muito vaga ou exagerada?
Bom, eu estou descontente com este blog e o rumo que ele toma a cada dia, pois não consigo torná-lo nem perto do que eu queria que ele fosse.
Aliás, acho que a maioria das coisas em minha vida têm tomado um rumo meio indefinido, o que me deixa seriamente afetada...
Ai ai, não poderia tudo ser mais fácil?
Não, não poderia, querida L.
É, acho que o cansaço ganhou mais essa batalha.
Todavia, pelo o que eu tenho lutado mesmo?
É, acho que por nada!
Provavelmente só tenho desperdiçado tempo, paciência e sinápses...
Então, se é assim, que caminho você deve seguir agora, confusa L.?
Eu juro que não sei...


quinta-feira, abril 29, 2010

Quem tem medo de escuro?


Agora pouco minha mãe pediu que eu fosse até o quintal com ela, pois ela diz ter medo de ir sozinha tão tarde assim, e eu ri um pouquinho e contei à ela que esse medo não faz parte de mim, que quando ela estava viajando, eu tinha o hábito de ir para fora lá pelas 5h da manhã.
Primeiro ela me perguntou se eu sou louca, e depois "Fazer o quê, L.?", oras, sentir a brisa da manhã que está por vir é algo muito sem lógica?
Mesmo que eu não tenha medo, isso dá uma emoçãozinha, é, apenas inha, irrelevantezinha, pois eu sou idiota, ingênua, e confiante demais de que um ladrão não vai pular o muro da minha casa e colocar uma arma na minha cabeça...
Talvez a minha confiança venha do fato de eu nunca ter sido assaltada, ou algo do gênero, e quem sabe até por uma boa razão, provavelmente eu morreria fácil numa dessas. Provavelmente teria uma reação exagerada e levaria umas boas bofetadas, ou quem sabe daria algumas. hahaha
Anyway, eu perdi totalmente a idéia principal que veio na minha cabeça na hora que pensei em postar algo aqui!
Ai ai, vidinha de merda.
Eu acredito que iria falar algo sobre o medo ser bem relativo, e que algo que não te provoca uma reação temerosa agora, pode se transformar em algum trauma absurdo futuramente, e que eu fui uma babaca em desdenhar do medo de minha mãe...
Nossa, que péssima filha eu consigo ser às vezes!
Só às vezes? Ah, não enxe.


sábado, abril 24, 2010

Oi, tudo bem?


Vai se foder.


quarta-feira, abril 07, 2010

Não enxe...


Neste exato minuto, eu estou de péssimo humor.
Péssimo talvez até seja pouco para quantificar a intensidade do meu mau humor...
Arg.
Aí eu me pergunto, que tipo de pessoa que atira pratos no chão por estar irritada, e se isso quer dizer que eu sou uma pessoa descontrolada...
Ai ai, eu sempre prezei tanto pelo auto-controle, então onde diabos eu estou chegando?
Pelo menos se essa atitude infantil aliviasse um pouco, mas nem isso.
Provavelmente é o que me leva a chorar escondida...
=/